domingo, 31 de dezembro de 2017

Longanimidade: Um fruto do Espírito Santo



Galatas 5:22 enumera entre tantos, a longanimidade como parte do fruto Espirito Santo na vida de cristão. O que significa longanimidade?
A palavra traduzida do Textus Receptus é Makrothumia, significa literalmente uma perseverança prolongada, e está associada a paciência, um animo longo, uma disposição em suportar com amor e misericórdia, um arrependimento (Com relação ao que o Senhor faz em sua santa misericórdia) ou uma disposição prolongada em suportar e perdoar o próximo (Com relação uns aos outros). Um reflexo da longanimidade pode ser visto em Mateus 18:32 onde o Senhor nos ensina e perdoar setenta vezes sete.
Por vivermos em uma geração pós-moderna e imediatista, ser longanimo é algo radicalmente oposto ao mundo. É um desafio constante um cristão ser bondoso em um mundo extremamente egoísta
A longanimidade também está associada ao fato de sermos esperançosos em um mundo cheio de calamidades. Há uma mensagem de esperança em meio ao desespero e tragédia humana, há uma paciência prolongada em meio aos conflitos e provações que um cristão sofre, muitas vezes submisso a vontade de Deus, pois ele sabe que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam ao Senhor.
A  longanimidade está completamente associada a paciência, a palavra no grego original, que foi traduzida como paciência em nossas bíblias é “Hipomona” e denota uma resistência alegre e otimista aos conflitos e confrontos pessoais. O cristão que é longanimo descansa na soberana vontade de Deus e confia na sua santa providencia e consegue refletir na pratica da longanimidade, o que o Senhor suportou por causa de cada pecador perdido.
Cada cristão é chamado a produzir o fruto do Espírito, e ser longanimo, deve aprender a suportar a perseguição e até mesmo a injustiça por causa do testemunho cristão. Assim debaixo da graça e do controle do Espírito Santo, o cristão precisa produzir uma paciência extrema, porque o longânimo é um homem cheio do Espirito Santo que tem o poder de suportar com compaixão tudo o que confronta a si mesmo, por isso mesmo, um cristão só poderá produzir esse precioso fruto quando tem uma vida de oração e comunhão com o Senhor, quando vive cheio do Espírito Santo, e tem a sua vida controlada pelo Espírito de Cristo.
A persistência para suportar longas e as mais duras ofensas é algo que só alcança aquele que tem a sua vida controlada pelo Espírito Santo, não existe poder espiritual  em quem se vinga ou em quem reage diante das ofensas, mas em quem suposta e perdoa.
Um dos problemas que Moisés teve que enfrentar no deserto, foi a falta de paciência, ele feriu a rocha, num ato de impaciência, não foi longanimo naquele momento crucial, e isso foi contado como uma transgressão, e acarretou em prejuízos espirituais para ele.
Há uma estória sobre isso que nos ensina sobre a longanimidade, certo homem estava cavando um poço na sua terra que herdou e encontrou águas, um de seus irmãos revoltados, entulhou o povo com lixo, o que lhe custou um trabalho imenso em recuperar o poço, e então novamente seu irmão, revoltado por não ter herdado um bom pedaço de terra com abundancia de águas, encheu novamente o poço de entulhos, para evitar conflitos familiares, aquele homem suportou com paciência, tentou negociar e muito rogou para que seu irmão não fizesse tal coisa. Ele cavou outro poço em outro lugar. Seu irmão revoltado adoeceu e então, sem forças para trabalhar viu sua família correr o risco de sofrer necessidades, naquela época de grande seca e poucos recursos.  Então seu irmão que sofreu tanto danos, em um ato de amor, perdão e misericórdia, não somente concedeu o necessário para a sobrevivência da família daquele seu irmão, como também concedeu que fosse dada toda a água necessária para ninguém padecesse por falta de água. Esse é um reflexo claro de longanimidade, misericórdia  e paciência.


Clavio J. Jacinto

sábado, 30 de dezembro de 2017

Jó Não Optou pelo Suicidio

Eu preciso ler o livro de Jó periodicamente,  a história desse patriarca revela as profundezas da amargura de um homem, é o limite só superado pelo Calvário.  Jó ultrapassou todas as fronteiras da amargura, bebeu todos os cálices das aflições, foi ferido no mais profundo do seu ser, ele desceu a casa dos vermes, e fez a sua habitação no mais desprezível monturo. Ele mesmo declarou ter fartura de amarguras (Jó 9:18) ele reclama sentido o aço frio da dor aguda no seu coração “Os dias da aflição se apoderaram de mim”(Jó 30:16) muitos testificaram dele: “Sua dor era muito grande” (Jó 2:13) A provação de Jó era o ápice da dor, o cume do sofrimento, o vale da amargura o abismo do desespero.  Eu ainda ouço o grito, o lamento e todos os gemidos de Jó, quando leio a sua história. Ele navegou muito tempo pelo mar das lagrimas mas não naufraga nas profundezas do desespero. Pelo contrario, ele grita “Prova-me e sairei como o ouro”(Jó 23:10). Agora, deixe me dizer algo, mesmo convivendo lado a lado com a mais assombrosa amargura, mesmo beijando os lábios do mais intenso tormento, mesmo convivendo face a face com a mais terrível dor, Jó não procura o caminho do suicídio. Essa não é a sua alternativa,  na sua cosmovisão não há espaço para ela. Ele pode ter sido tentado a isso, a esquecer Deus e render-se  a morte, mas ele não permite tal coisa.  Ele trilha a senda de espinhos que perfura toda a sua alma, mas a esperança nunca vazou pelas feridas abertas pelas tribulações que teve que suportar. É isso! Muitos precisam ouvir isso. Diante da mais intensa escuridão que queria se apossar da sua alma e obscurecer seu pobre coração, ele grita, no oceano acido de todas as dores mais profundas, as suas palavras ecoaram até os confins da plenitude dos tempos (Gálatas 4:4) “eu sei que o meu redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra”(Jó 19:25).  Jó espera em Deus, corre para os braços da graça, experimenta a agridoce espiritualidade de esperança intensa com amargura profunda, e deixa um legado: Sobrevivente de todas as tribulações. O livro de Jó é mais que poesia, é a luz consoladora que aponta o caminho do mais nobre heroísmo, a fervorosa convicção de uma devoção a deus em meio as turbulências da vida, fazem o duro aço das aflições se derreterem, e do arado que rasga a alma humana, o Senhor semeia as mais lindas flores que adornam a entrada do Paraíso. (Clavio J. Jacinto)

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Verdade e Ofensa

“Nós vivemos numa geração de pessoas emocionalmente fracas. Tudo tem que ser abafado porque é ofensivo, inclusive a verdade.” 
Keanu Reeves.

O ENCONTRO



Há uma passagem emocionante no livro de Gênesis, o encontro de José com seu pai Jacó, é uma cena memorável, as lagrimas se derramaram por muito tempo.(Gênesis 46:28-30) A vida de José foi uma vida de perdão e amor a Deus, ele sob conjugar a força da piedade com uma vida de perdão, sem guardar magoas em nenhum momento. Perdoou seus irmãos, não vingou seus inimigos, a piedade autentica faz com que nossos rancores, nossa raiva, todas as ofensas, amarguras e incertezas se escoem pelos portais amplos do perdão. José resistiu todas as amarguras pela paciência e pela piedade. A amarguras que enfrentou foram derrotadas pela doçura de uma comunhão intima com Deus. Ele nunca deixou o seu amor morrer, nem mesmo pelos seus irmãos traidores. Ele nunca permitiu que a dor abrisse um caminho para o pleno desespero, José achou um sentido para viver em meio as mais intensas provações, ele subiu os degraus da devoção e descansou nos lugares elevados do amor de Deus, nunca ficou no vale obscuro de suas lagrimas, elas não serviram de trincheiras para ferir a sua santa alma. José foi um sobrevivente de profundas amarguras, seu coração repousou na providencia soberana do Senhor, havia uma firmeza no seu espirito e essa era uma força que vinha do Senhor, porque era sustentada pelo perdão, seus olhos não ficaram fixos na desgraça do mundo a sua volta, mas na graça de Deus nas maiores alturas. Ele sobreviveu. O amor sobreviveu, o amor não morre com a ausência da bondade, a esperança não morre quando o homem torna-se um exercito de um soldado só, e assim como José, sofremos as aflições (João 15:33) mas contudo ao cristão é dada uma promessa ainda maior "Deus enxugará de seus olhos, toda as lagrimas"(Apocalipse 7:17 e 21:4)

Clavio J. Jacinto

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Apostasia e Miragens Espirituais


Servo de Cristo


Proclamar o Evangelho


Cristo Nosso Alicerce


Castelos de sabedoria


Vencer o Mundo


Humildade


Lei e Graça


Compreender o Evangelho


Seguir a Cristo


terça-feira, 26 de dezembro de 2017

O PODER DO EVANGELHO


Dificuldades e Fidelidade


Conversão e Realidades Espirituais

                                     
                   UMA NOVA REALIDADE OU VELHAS MENTIRAS DISFARÇADAS?

Se Alguém está em Cristo nova criatura é (II Coríntios 5:17)
 Cada redimido, que passou pelo processo de um novo nascimento, está diante de uma nova vida. Temos que evidenciar isso, como a forma segura de que de fato realmente nos arrependemos de nossos pecados e fomos transformados pelo Senhor. A redenção foi feita através de um sacrifício extremo e perfeito, para conduzir um homem transformado para um estilo de vida radical. Menos do que isso, em alguém que diz ser cristão, pode ser uma  evidencia de fraude espiritual ou de  uma conversão psicológica. Vejamos a vida de um bebê que durante alguns meses vive no útero de sua mãe, quando nasce, descortina-se um novo mundo para ele, ou aquela larva que depois de uma metamorfose se transforma em uma linda e fenomenal borboleta, da vida rastejante de uma larva ao vôo majestoso de uma borboleta, a transformação é ultra-radical. A vida em um útero, num estado fetal para um novo mundo colorido num espaço infinito, é uma experiência radical, uma criança não nasce para o mundo, ela nasce para o universo. Da janela de sua casa um dia ela vai perceber as estrelas e a imensidão cósmica. A regeneração é mais do que uma simples conversão ao evangelho, é uma transformação profunda para que sejamos a imagem de Cristo (Romanos 8:9) Veja como os evangelhos narra a história de um Pedro que a própria sombra assustava, para um homem transformado cuja própria sombra curava ((Mateus 26:74 com Atos 5:15)
Se alguém está em cristo, significa antes de tudo não estar mais em Adão, de uma vida adâmica passa para uma vida em Cristo, o verdadeiro homem transformado pelo evangelho, vive de novidade de vida experimenta o poder do evangelho e é feito em verdadeira justiça e santidade. (Romanos 6:4 com Efésios 4:24) Sua vida é transformada, há um contraste, como há uma diferença enorme entre o um vale de sombras e obscuridades e uma  campina cheia de flores ao raiar majestoso do sol em uma dia de primavera. Percebe a diferença? Você precisa ter essa enorme diferença. Entre um regenerado e um perdido há um abismo enorme, é a sua identidade em Cristo que define isso, no seu dia a dia com o Senhor.
O novo convertido é um santuário ambulante, ele é o embaixador do céu na terra, um farol que ilumina a vida de muitos e orienta por suas virtudes e amor, a vida daqueles que se encontra em trevas. Você tem essas marcas? As pessoas podem olhar para você e ler Cristo triunfante? Podem olhar para você e ler o evangelho em todas as suas atitudes? Pode olhar para suas ações e dizer “Ali vai um santo homem de Deus”?(II Reis 4:9)  Somos cartas vivas, então a leitura que os outros irão evidenciar em nós é “Segue os passos do Cordeiro, onde quer que ele vá”.(Apocalipse 14:4) Deixe me dizer algo mais. Há um problema sério com pessoas desviadas, provavelmente elas nunca conheceram o verdadeiro evangelho, é possível que vieram a Cristo por conveniência ou emoção, mas nunca tiveram uma transformação de coração, é impossível sair da lama do pecado para respirar o ar puro da redenção e então novamente descer aos antros escuros  do ar fumegante do enxofre da maldição do pecado. Se ele desce até esses antros infernais, caminho abominável, cheio de pisadas de homens adâmicos, ele retorna de lá as pressas, um homem transformado pelo evangelho não se detém nos caminhos de pecadores e muito menos no vale da condenação eterna. Agora deixem me dizer ainda mais, porque há pequenos desvios  que muitos experimentam, numa vida espiritual intermitente. Os desviados momentâneos, que por uma falha saem da presença de Deus, falam palavrões, estão diante de uma televisão assistindo programas indecentes, não vão ao culto por causa de uma falta de vontade ou por causa do fastio espiritual, estão assentados na roda dos escarnecedores, estão gastando o tempo em coisas inúteis e triviais, esses também são desviados, por um lapso de tempo, ou por algum momento, estão fazendo o que Cristo não faria, ou estão falando algo que Cristo nunca pronunciaria ou estão em lugares que Cristo evitaria, pequenos desvios, podem ser feitos por homens transformados pelo evangelho, tal como Davi que na época em que os reis deveriam está na guerra, ele estava no ócio, e então contempla uma mulher tomando banho e a deseja para si, nutrindo o desejo até o ato ser consumado, ele estava num lugar errado, desviado de sua missão como rei. Podemos citar o caso de Jonas que desviado do propósito de Deus estava longe da vontade divina para satisfazer a sua própria vontade, este também era um desviado momentâneo. Mas ele não permanece muito tempo lá.(Veja Tiago 5:19 e 20) Sua alma gemerá, ele correrá aos braços da misericórdia divina, ele reparará sua vida dúbia, ele quer ser um marco certo encima do fundamento eterno que é Cristo (I Coríntios 3:11) Um verdadeiro convertido encontra a falha em si mesmo e retorna, um falso convertido coloca a culpa nos outros e não quer mais voltar. “Torna-a a dar-me a tua alegria da tua salvação, e sustem-me com um espírito disposto a te obedecer”(Salmo 51:12)

Prossigo em frente, e antes me deixe dizer que ainda existe outro problema que desejo abordar: a pratica de religião sem evangelho. E isso existe? Claro que sim. Vejo muitos a minha volta fazendo isso. São fieis a tradição religiosa da sua comunidade ou da família. Encontraram um molde espiritual para conter os requintes do amor próprio. Não há nessa gente um desejo de conferir coisas espirituais com espirituais, apenas desejam seguir a ordem de uma religião para de algum modo aplacar a voz da consciência. Veja bem, que isso não é cristianismo verdadeiro. A menos que uma pessoa seja sincera o suficiente para gastar algum tempo da sua vida para confrontar todo o ensino do novo testamento com a sua própria vida, tal pessoa é apenas um entre tantos a mergulharem no oceano das religiões humanas. Digamos que Deus fez uma religião celeste e essa é o cristianismo, mas o homem inventa uma alternativa, para concorrer que a celeste. Então nasce o pseudo cristianismo. Mão se engane, a pratica de uma religião, ainda que intensa, com zelo cuidadoso e extremo e fora da vontade de Deus nada mais é do que uma escolha seguir o caminho ainda mais difícil de alcançar a graça de Deus, porque o orgulho humano endurece o coração e a permanência no erro obscurece a razão, esse é o esmo caminho que os fariseus insistiram em seguir, mesmo que Cristo pessoalmente se apresentasse como o único caminho para o céu. “Tens nome de que vives, e estás morto”(Apocalipse 3:1)

O cristão que nasceu de novo, e digo isto com muito pesar, são muito poucos, eles são as jóias do cristianismo que adornam a coroa da redenção que Cristo comprou com seu próprio sangue na cruz do Calvário (Atos 20:28). Vivem numa nova realidade. Cada verdadeiro cristão, nascido de novo nunca deve se esquecer de seus privilégios em Cristo, da nova vida e das responsabilidades como cidadão do céu que vive aqui nessa terra. Não há visão atrofiada no novo homem,  ele enxerga bem mais além da vida terrena, ele sabe que existe um lugar no céu e ele deve colocar muitos tesouros lá, por isso a vida terrena é um acesso constante ás realidades espirituais e celestiais. Hoje vimos como essa identidade de ser uma nova criatura em Jesus Cristo sofre com a ausência de verdadeiros representantes, e isso de dá por causa do falso evangelho que se alastra pelo mundo competindo com o verdadeiro, porém esses falsos evangelhos promovem a aparência de piedade, contudo negando o poder dela. A verdadeira santidade que surge na vida transformada por Cristo é poderosa em santificar o novo homem. A crise de identidade está em pleno apogeu em nossos dias, um mundo que está sendo cristianizado, mas que não produz as evidencia claras em produzir pessoas com uma Nova vida radical em Cristo. Temos um exemplo de Paulo de amargo perseguidor da igreja transforma-se em um doce seguidor do evangelho ((Atos 9:1 a 30)
Um homem transformado pelo evangelho não está atento as coisas temporais, ele não se contenta com a fragilidade das alegrias terrenas nem com as formas artificiais da vida carnal.

É hora de confrontar a nossa vida (II Coríntios 13:5) será que realmente somos pessoas transformadas pelo evangelho? Há evidencias claras de que nossa vida está sendo moldada pelos valores de Cristo? Será que realmente temos o Espírito de Cristo? Será que temos aquela disposição de não procrastinar, de não permitir que a prevaricação seja um elemento comum nas nossas atitudes? Será que subjugamos nossas opiniões debaixo da autoridade das Escrituras e fazemos da nossa vontade uma serva da vontade de Deus? Essas perguntas definem o tipo de espiritualidade que nutrimos e vivemos, ela pode ser uma fraude evidente quando a nossa vida está sendo construída encima de uma religiosidade sentimentalista, motiva por experiências subjetivas e opiniões humanas e nada mais. O simples professar a Cristo não faz de você um cristão, o saudar alguém na praça muito menos, ter uma cartão de membro, participar  de um batismo litúrgico, freqüentar um culto esporadicamente e cumprir a risca uma agenda religiosa não faz de você uma nova criatura nem mesmo um verdadeiro cristão. Milhões de pessoas fazem isso e estão completamente perdidas. A vida radical de um homem transformado é oposta ao ego e ao mundo.  Uma vida de piedade autentica é uma vida de sacrifício diário é uma vida de submissão autentica ao Senhor, em todos os momentos, não de forma intermitente, mas uma entrega total ao Senhor. Nada de nossas opiniões, nada de decisões egoístas, nada de conveniências pessoais, nada de disfarces, nada de hipocrisias, nada de superficialidades, nada de frieza espiritual, não há espaço para isso numa vida transformada pelo evangelho e orientada pelo poder do Espírito Santo. Que evidência você tem de ser transformado pelo evangelho? Quais são suas perspectivas espirituais? Como você está vivendo a vida cristã? Ela é radical? Nunca tente torna-se um verdadeiro cristão, quando você ainda não é, se as evidencias não provam isso, porque pelos frutos se conhece a arvore, se você um redimido, um regenerado, uma nova criatura em Cristo, As pessoas a sua volta ficarão assustadas pela transformação que você experimentou. Seus inimigos dirão “não vejo nele mal algum” podem ter odiar por tua santidade e não por tuas atitudes, mas se você for falso cristão, as pessoas te odiarão porque você é um hipócrita. Todo hipócrita é um motivo para os filhos do diabo desdenharem da obra de Cristo, eles rirão porque você não vive o poder do evangelho que eles desejariam que você vivesse. Todo o cristão sem a vida de Cristo é uma fraude espiritual.  “Porque para isso sóis chamados, pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas”(I Pedro I 2:21)

Clavio J. Jacinto

Humanidade Caida


sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

CRISTO SOFREDOR CRISTO SALVADOR

O CRISTO SOFREDOR E A SUA OBRA CONSUMADA

Franscis  Schaeffer comentando a epistola de Paulo aos Romanos,  escreveu :Estamos cobertos pela justiça de Jesus Cristo. Nossa culpa desapareceu com base em sua obra consumada na cruz, a sua obediência passive. Mas nós também estamos cobertos por sua perfeita justiça, com base em sua obediência ativa. Sendo assim, nós, da mesma forma como os romanos, podemos ser chamados de santos agora mesmo. ”
 A nossa salvação, nossa justificação, nossa santificação e a nossa glorificação só tornou-se uma realidade porque Cristo morreu pelos nosso pecados na cruz. O cristo sofredor, passou por um processo de dor e rejeição, sua condição de servo, sua descida aos antros de homens pecadores e sua morte na cruz, foi um processo de grande dor, nenhum outro ser jamais sofreu tanto, como sofreu Cristo. Nenhum homem jamais sucumbiu tanto nos mais profundos sofrimentos, sua descida até a morte, sua condição de esvaziamento, seus anos nesse mundo foram de grande sofrimento, a cruz é apenas o ápice, toda a vida de Cristo está cercada de “Calvários” durante toda a sua vida ele teve que enfrentar cruzes menores, até chegar na obra de redenção onde Ele morre como o cordeiro de deus que tira os nosso pecados. Desde cedo, ouvimos o testemunho que o mundo não o conheceu (João 1;10) nem mesmo os seu povo (João 1:11). Ele foi um rejeitado pela sua geração (Lucas 17:25) Cristo teve que entrar no caminho escuro da indiferença humana(Amos 8:9) Não há como fugir dessa realidade, o preço da redenção teve um custo muito alto, foi um preço elevadíssimo, Cristo teve que efetuar uma eterna redenção na condição de um servo sofredor (Hebreus 5:7 a 9) Era uma descida aos monturos de nosso pecados “E achando-se em forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte e morte de cruz.”(Filipenses 2:8) Como disse o profeta messiânico, ele foi ferido e moído (Isaias 53:5) Ele teve que esvaziar-se a si mesmo (Filipenses 2:7) Ora, o mundo odeia a Cristo (João 7:7) o verdadeiro Cristo, servo sofredor e verdadeiro Salvador é amado pelos redimidos e odiado pelos pecadores. Porém Cristo era mais sensível, sua espiritualidade era pura, por isso mesmo seu amor era verdadeiro. Ele chorou sobre Jerusalém ((Lucas 24:41 e 42) pois sentia no coração a rejeição de seu povo. Cristo sentiu grande angustia, por causa da obra redentora que realizaria “A minha alma está cheia de tristeza ate a morte”(Lucas 26:38) “Agora a minha alma está perturbada”(João 12:27) tudo isso já estava no plano eterno de Deus “É necessário que o filho do homem padeça muitas coisas, e seja rejeitado dos ancião e dos escribas e seja morto..”(Lucas 9:22) Cristo foi entrega para ser condenado na cruz, essa era a sua sentença (Lucas 24:20) ”Quando chegaram ao Calvário, crucificaram a Cristo no meio dos criminosos”(Lucas 23:33) “Crucificaram o Senhor da glória”(Lucas 2:8) Ali na cruz, todas as dores Cristo suportou, segundo a ciência há pelo menos 8 tipos de dores, fulgurantes, lancinantes,  tenebrantes , contusivas,  gradativas,  tensivas, constritivas e pulsáteis. “Cristo fez-se maldição por nós”(Gálatas 3:10) “Cristo morreu pelos nossos pecados segundo as Escrituras”(I Coríntios 15:3)
Pelas suas pisaduras foram saradas as chagas provocadas pelo pecado, cada redimido pode encontrar perfeita salvação em Cristo e cada pecador pode encontrar uma perfeita oferta de redenção. Seu sofrimento foi radical, a salvação que nos concede pela obra da cruz é eterna. Cristo teve que pagar um preço muito elevado para executar o plano divino de resgate das almas perdidas,  que esse tema tão inesgotável possa nos inspirar a reflexões mais profundas a respeito do Salvador que veio a esse mundo para morrer pelos nossos pecados.


Clavio . Jacinto

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Perdoar Para Viver



Perdão

As vezes sangra alma ferida na dor da ofensa
Aflito se encontra o coração magoado
Quando as lagrimas correm para perpetuar os "ais"
As vezes palavras são espadas mortais
Ações são morteiros que despedaçam os sentimentos
O claustro interno prende todos os insultos
Um fardo insuportável e mil pesares para a vida
A chama do rancor devora a percepção
O fogo do ódio consome a sensibilidade
O que fazer quando a aridez mata a felicidade?
Perdoe
O perdão é o portal das virtudes celestes
É fonte de todos os orvalhos
A semente da esperança e da renovação
Perdoar é libertar a alma
É sanar o coração
É fortalecer a alegria
É tornar-se mais humano
O perdão restaura a sabedoria
Ilumina o coração para as coisas sensiveis
Perdoar ó ato mais sagrado que um homem
Pode conceder a outro homem

Clavio Juvenal Jacinto

LEIA E ENTENDA COMO VIVER DE VERDADE...





"E mandou degolar João no carcere"(Mateus 14:10) A história de João Batista é trágica aos olhos do homem secular, morte prematura, nenhum milagre registrado, pregador duro, um estilo de vida rude. Nada de conforto e conveniências. Além dessa vida rudimentar, sofre uma morte prematura e cruel. Tudo por defender a verdade. Cristo afirmou: "entre os que de mulher tem nascido, não apareceu alguém maior do que João Batista" (Mateus 11:11). A vida inteira de um homem é o que ele vive para a glória de Deus e nada mais, portanto a vida curta de João, pela sua missão cumprida, foi muito mais valiosa do que a existência daquelas pessoas que vivem muito para si mesmas em um mundo cheio de ilusões, o fundamento da vida autentica é honrar a Cristo com a própria vida. De que maneira você tem vivido? Você tem se ocupado em fazer a vontade de Deus? você mede a vida por anos vividos de forma egoísta ou pelos momentos de comunhão intima com Deus e a dedicação completa a Ele? Qual é o proposito divino da sua existência? a essência da vida em plenitude é exatamente isso: entender os propósitos de Deus para a sua vida e permitir que Deus faça isso em você. A vida curta de João, é uma ofensa para um homem mundano escravo dos prazeres das coisas sem sentido, mas a memoria de João será eterna, o seu legado para sempre lembrado, e o fim de uma vida prematura na terra, foi o começo de uma vida infinita no céu. O estilo da vida de João ainda é profético, denuncia hoje toda esse espetáculo religioso dos nossos dias, cheio de holofotes, palcos, glamour e impérios financeiros. Fuja disso, Os verdadeiros profetas são solitários e você encontra eles sempre nos lugares mais desertos desse mundo. (Clavio J. Jacinto)

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Sobre o Tribunal de Cristo

II Corintios 5:10
O bem e o mal na vida do cristão.

Cada cristão será convocado ao Bema (tribunal de Cristo). Teremos que comparecer diante desse tribunal para dar conta de nossas obras. Não significa que elas irão determinar a nossa salvação, porque esse é um tribunal para os salvos, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus (Romanos 8:1). Temos que estar cientes que coroas e galardões irão fazer parte da glória celeste dos salvos. Portanto a texto é um convite para a reflexão. A palavra grega traduzida aqui como “mal” é “Phaulon” e segundo Strong,  tem um significado amplo, podendo significar “Algo sem valor”.  A força do texto se concentra no fato de que, nossa procrastinação, nossas omissões, nossas prevaricações, concorrerão contra nosso testemunho, e resultará em perdas de méritos, coroas e galardões (Veja I Corintios 3:14 e 15). O texto é um convite para a responsabilidade com nossos dons, capacidades e tempo e tudo mais.  Uma vez que Paulo usa termos militares para dar exemplo do bom combate cristão,(II Tm 2:4) não é menos admirável que ele também fale em “condecorações”.   O problema é que olhamos as coisas relacionadas à vida cristã de modo muito superficial e egoísta, e esquecemos que teremos que dar conta de nossas obras, pois elas acompanham  os santos. (Ap 14:13) Não significa em hipótese alguma que a graça de Deus esta sendo anulada, porque aqui o tema está relacionado as obras dos  salvos e não as obras apara a salvação, por isso trata-se da justiça de Deus operando sobre cada cristão. A Justiça de Deus será aplicada em tudo o que se relaciona a nossa vida espiritual ou secular. Na verdade, não deve existir essa divisão sagrado-secular na vida do cristão. Em todas as esferas da vida, a nossa santidade deve ser o padrão de conduta. Se não agirmos dentro dos padrões estabelecidos pelo Senhor, então isso se torna sem valor. Tudo tem sentido dentro desse texto. Quando damos um mal testemunho, isso concorre para o escândalo e os incrédulos podem ver em nós um obstáculo ao evangelho, acaso isso não seria algo maligno? O texto de II coríntios 5:10 é um convite a reavaliar as nossas vidas, deve nos encher de temor e responsabilidade, porque de alguma forma,  trata-se de um assunto muito sério, é um tribunal, é de Cristo, e tudo em nós será avaliado. (Romanos 14:8 a 10) Que o Senhor nos conduza a essa bendita realidade: Todos teremos que comparecer perante esse tribunal, portanto é certo e justo que devemos colocar todo o nosso coração em tudo aquilo que fará eco na eternidade.

Clavio J. Jacinto

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

As Virtudes do bendito Salvador

Paulo tinha um alvo supremo, a excelência do conhecimento de Cristo (Filipenses 3:8) ele tinha uma meta, ser cristocentrico, sua vida tinha um objetivo pratico de definido, conhecer e seguir conhecendo o Senhor. Como disse o profeta antigo “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor (Oseías 6:3). O conhecimento de Cristo deve ser conforme as Escrituras, só assim poderemos experimentar os rios de água viva, só assim a ação correspondente do Espírito Santo será real na nossa experiência de vida em plenitude. “Quem crê em mim, como diz as Escrituras”(João 7:38). Agora me dizer algo, Cristo é anunciado pelos profetas do antigo testamento como aquele cujas as saídas é desde a antiguidade desde os dias da eternidade (Miquéias 5:2). Que grande glória é daquele que estava no princípio com Deus(João 1:1) a lógica de Paulo não poderia fugir dessa realidade, e então afirma que nele habita toda a plenitude da divindade )Colossenses 2:9) Essa plenitude  exalta o Senhor Jesus Cristo a posições elevadíssimas, pois que João confirma as Palavras do próprio Jesus diz que ele conhece todas as coisas, passado, presente e futuro estão sob os seus olhos como chama de fogo, profundo discernimento e total conhecimento de todas as causas. (João 21:17). Suas grandes Palavras possuem um eco eterno, ele afirmou ser o caminho, a verdade e a vida (João 14:6) portanto sendo ele tão intenso e tão imenso em poder e vida, concede a vida eterna a todos os que crêem nele (João 10:28 e 29)Alem disso, Cristo tem o poder para assumir o controle universal de todas as coisas, como bem descreve o apostolo amado (João 3:35) Na nobre pessoa de Cristo, estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento (Colossenses 2:3) sendo Ele absoluto em questões de conhecimento, quão grande é sua bendita pessoa divina, em tamanha sabedoria perante os anjos do Céu e perante os homens mais piedosos. Assim nesse poder bendito e sempiterno, coroado de glória eterna tem Cristo o poder de sujeitar a si todas as coisas (Filipenses 3:1) e isso faz nosso amado Salvador pois que as Escrituras testificam que Ele é herdeiro de tudo(Hebreus 1:2) Diante desses maravilhosos fatos, em que vimos em Cristo igual soberania e virtude com seu Pai Eterno, faremos bem em honrar o Filho Jesus Cristo da mesma forma que honramos o Pai (João 5:21 e 22) pois Paulo diz que todo o joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor (Filipenses 2:11) Sendo Cristo intimo em perfeita unidade e natureza com seu próprio pai, não somente proclama a própria unidade (João 10:30) como descreve a si mesmo, como aquele que está em perfeita sintonia e harmonia com Deus Pai (João 5:17) Que diremos acerca de Cristo, não testifica que Ele sendo divino, comprou com seu próprio sangue a sua igreja? (Atos 20:28) assim entendemos pela revelação das Sagradas Escrituras, que Cristo está em soberana posição, pois tem um nome que está acima de todo o nome(Filipenses 2:9) Ele é cheio de graça e de verdade (João 1:14) e que efetuando uma eterna redenção, é vencedor absoluto do império da morte (Hebreus 2:14) é o único fundamento pelo qual o redimido pode colocar a sua esperança,  pois ninguém pode por outro fundamento alem do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. (I Coríntios 3:11) Ele mesmo, o verdadeiro Deus e a vida eterna (I João 5:20) Deus bendito para sempre (Romanos 9:5)

Autor: Clavio J. Jacinto

Amor que Transforma

Quando vosso amor vestir-se de todas as virtudes raras
Seus frutos serão mui abundantes como a plenitude do outono
O perdão será um diamante incrustado na coroa dos sentimentos
A  paciência será mais doce e o afeto mais firme
O sorriso então desabrochará como as mais lindas flores
As palavras terão sentidos, as ações serão douradas
Vosso rosto brilhará como as estrelas prateadas
A perseverança  será tão forte, quanto as ondas do mar
Haverá um triunfo da aurora porque a luz é o triunfo sobre a noite
A justiça reinará onde o coração bondoso se aconchega
A compreensão moldará os detalhes das palavras sinceras
A compaixão em fogo estará acesa no caminho existencial
Sim! Quando o amor vestir-se de todas as virtudes
Estarás preparados para viver sem o devasso orgulho
Despojados serás de todas as sutis vaidades do engano
A glória da verdadeira felicidade cintilará como rubis em fogo
As montanhas do egoísmo mais tristes  serão removidas
No vale da humildade entre orvalhos e relvas, ouvirão vossas canções
Será tu mais humano e por dentro, totalmente mais sensível
Se verdadeiro for vosso amor, abraçando as virtudes mais raras.


Clavio J. Jacinto

sábado, 16 de dezembro de 2017

A IMORTALIDADE DO ESPIRITO HUMANO

O homem é composto de corpo alma e espirito (Hebreus 4:12 e I Tessalonicenses 5:23) sendo em parte, espirito, é um ser essencialmente espiritual, com uma parte inata á imagem de Deus, pois Deus é Espirito (João 4:24) O homem é espirito incorpóreo consciente, fora da sua vida biológica (Lucas 16:24) porque ele tem a semelhança de Deus (Tiago 3:9).  Parte da criação de Deus é espiritual, demônios e e espíritos imundos são entidades pessoais incorporeas (Mateus 12:43, Marcos 1:23, 3:11 etc) anjos são espíritos (Hebreus 1:14) há espíritos enganadores (I Timóteo 4:1). Espirito de adivinhação que controlava uma pessoa (Atos 16:16 a 18) Segundo entendemos nas escrituras, demônios não tem alma, a alma seria uma consciência distinta no ser humano, porem absolutamente conectada ao espirito (Hebreus 4:12) portanto alma e espirito talvez sejam inseparáveis e até mesmo serem usadas na bíblia como sinônimos, "Vi as almas dos decapitados"(Apocalipse 20:4) "podem matar o corpo, não podem matar a alma"(Mateus 10:28). As vezes dá a entender em alguns textos, principalmente no antigo testamento, que a alma dorme, ou que não sabe de nada. Primeiro, dormir nas escrituras não significa extinção do ser. Dormindo, Jacó teve contato com Deus (Gênesis 28:10 a 17) e em sonhos o Senhor se comunicou com José (Mateus 1:19 e 20 e 2:12 e 22)e de fato assim procede as escrituras, para firmar as advertências de que os mortos não se comunicam com os vivos, não há conexão de consciência de um morto com as coisas daqui,  creio que a experiencia de Paulo foi espiritual e vinculado ao sono, como no caso de Jacó (II Corintios 12:1 a 7) o próprio Paulo fala em estar com Cristo, na presença de Cristo, o que é bem melhor (Filipenses 1:23)  Há um retomo do espirito humano a sua origem (Eclesiastes 12:7) é por isso mesmo que Estevão entregou seu espirito ao Senhor (Atos 7:59) embora o contexto informe que ele tenha sido sepultado. Ao cristão é garantida essa vitalidade espiritual continua, porque CRISTO conquistou através de sua obra redentora (I Timoteo 1:19 com Hebreus 2:14) Que possamos ter a mesma confiança de Paulo "Mas temos confiança e desejamos antes deixar esse corpo para habitar com o Senhor"(II Corintios 5:8)

Autor: Clavio Jacinto

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Derramado

DERRAMADO

És refugio de minha alma mui grande esperança 
Tu és meu amado, meu coração É tua morada
O cântico que desabrocha em minha alma redimida
Me faz viver o momento esperando dia e noite por ti

No caminho desse amor. prossigo te amando
Deus meu, que em sagradas paginas se revela
Em Verbo vivo misericórdia e benevolência
Tua providencia e redenção, minha alma anela

és refugio seguro que tanto me consola
Meu amado, que me amando, me faz mais ser
O cântico da mais pura devoção que se eleva
Eu te espero mais e mais, és a vida que me faz viver

Quando enfim,ao me  amar, me fez amado
Porque me amando, também meu amado és
Por não ter na terra, onde mais ficar prostrado
Minha alma se derrama completamente aos teus pés.

Clavio Juvenal Jacinto

Ateismo e a Existencia do Sofrimento

Muitos daqueles que argumentam contra a existência de Deus
por causa da existência do sofrimento no mundo, nunca 
se lembrariam de Deus, 
se vivessem em um mundo isento de dificuldades


Clavio J. Jacinto

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Como ser Feliz.


Felizes são os sensíveis de coração, porque encontram propósitos na existência, beleza nas flores do campo, direção no brilho das estrelas, perseverança nas ondas do mar, sacralidade nas crianças inocentes, intimo tesouro na instituição da família, valor incalculável em uma virtude, luz eterna na fé em Deus e prossegue vivendo a vida desempenhando o papel da sua vocação.

Clavio J. Jacinto

Sobre Ateus e Suas Crenças. IV

Tudo o que funciona, precisa ter um projeto, pois tudo aquilo que funciona por princípios e engrenagens precisa ter um projetista, de outra forma, pelo acaso, nenhuma credulidade pode colocar em funcionamento sistemas sofisticados.

Clavio J. Jacinto

Sobre Ateus e Suas Crenças. III


Quando um homem incrédulo fecha os olhos, enquanto vive, ele pode sonhar, quando ele fecha os olhos quando morre, ele vai viver um pesadelo.

Clavio J. Jacinto

Sobre Ateus e Suas Crenças. II


 Quando nossas vidas ficam fora da vontade de Deus, alicerçamos nossa existência própria, encima das ruínas da incredulidade. Nada pode ser tão triste quanto o homem que enfrenta uma eternidade, descobrindo que durante todo o percursos da vida terrena, andava cego.

Clavio J. Jacinto

Sobre Ateus e Suas Crenças.

Muitos homens lutam para destronar Deus de suas vidas porque não querem alguém para governar suas vidas, lutam para tirar Deus de suas crenças, porque não querem admitir que alguém possa ser maior do que a razão própria.

Clavio J. Jacinto

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Sobre Absolutos e Engano

 Quanto mais fracos forem os absolutos dos cristãos, mas forte serão as convicções erradas dos que não creem no evangelho

Clavio J. Jacinto

Engano e Verdade


Cuidado com o Engano!


O Caminho da Fé Radical.

Depois de conceder um Filho da promessa a Abraão, o Senhor pede a criança em holocausto, Abrão é direcionado a ir até a terra de Moriá, para apresentar o holocausto de seu próprio filho. Notemos que a direção de Abrão é a vontade de Deus, sempre vendo o invisível,Abraão enxerga uma terra que seria dada a ele, quando sai de Ur e também crê num cordeiro que seria o substituto no sacrifício de Isaque. Acredite! Abraão confiava na providencia da substituição. (Genesis 22:8). Abrão é o homem da direção radical, ele movimenta-se sempre na direção que Deus indica. "Sai da tua parentela", "vai e oferece Isaque em holocausto". Não há superficialidades na religião de Abraão, ele consegue seguir frente aos obstáculos e ultrapassa as barreiras da superficialidade e do materialismo, e experimenta a providencia sobrenatural do Senhor em sua vida em diversos momentos. É movido por uma fé real que toca o profundo das coisas verdadeiras. Há vida na espiritualidade de Abraão, há confiança absoluta no Senhor, há obediência por amor, e não por motivações pessoais e egoístas. Quão difícil é encontrar em nossos dias, cristãos que tenham esse tipo de espiritualidade. Hoje em dia, a grande maioria ergue altares, não para proclamar a verdade mas para sacrificar ela, por causa dos benefícios pessoais. A religião cristã pós-moderna é humanista ao extremo, vivem longe dos caminhos de Abraão, como podem ser sua descendência? (Galatas 3:29) Oremos, pois nosso Moriá é o Calvário, e aos pés da cruz devemos também seguir um caminho radical (Clavio J. Jacinto)

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

O Caminho do Poder Espiritual

Por duas vezes, Abraão parece ter mentido, tendo em vista despistar qualquer prova de que Sara seria a sua esposa (Gênesis 12: 10 a 20 e 20:1 A 28). Essa seria uma atitude de fraqueza? creio que sim por diversas razões. Primeiro estava em jogo a própria reputação de Sara, como um vaso mais fraco. Depois vimos como isso trouxe problemas para os envolvidos na causa. A fraqueza de Abraão é uma grande lição. Entendemos que os patriarcas eram homens como nós. Muitas vezes com tendencias a falhas. A atitude de Abraão parecia refletir uma conveniência pessoal. Somos fracos, como os santos eram fracos, até certa medida, a bíblia nunca esconde as falhas e os defeitos dos santos. Eles estão lá nas paginas das Escrituras, mas suas fraquezas não foram colocadas a parte. Também somos fracos. Somos fracos na oração, no evangelismo, na adoração, no compromisso com o Reino de Deus, somos uma geração fraca no testemunho, somos fracos na defesa da fé, somos fracos na exposição das Escrituras, somos fracos na paciência e perseverança, somos fracos em atitudes, somos fracos em espiritualidade, somos fracos na devoção, somos fracos no estudo das Escrituras, somos fracos na consagração, somos fracos na comunhão, somos fracos na dedicação, somos fracos nas decisões importantes e somos fracos em desempenhar nosso papel de cristãos. Essa é uma era de fraqueza, fraqueza moral, fraqueza espiritual, fraqueza no fervor, fraqueza na proclamação do evangelho, é uma época onde reflete a quase falência do testemunho verdadeiro. Contudo Deus é forte, o Senhor é a nossa  salvação, precisamos erguer-se da nossa fraqueza, e na pobreza de nosso espirito buscar a força do Senhor, porque é nEle que temos que se fortalecer. Somos fracos quando tentamos substituir o poder de Deus pelas nossas técnicas e estrategias. Aperfeiçoamos nossa teologia sem crescer na graça, queremos proclamar o evangelho ao mundo com grande poder sem contudo abastecer a alma nos tesouros da oração secreta, queremos proclamar a cruz sem ter um ódio forte pelo pecado, queremos ser heróis da fé fugindo da perseguição e da reprovação do mundo, é hora de fortalecer nossa fé, "fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder."(Efesios 6:10) Para que isso seja real, o poder de Deus em nossas vidas, precisamos deixar para trás nossas conveniências, timidez, vergonha, orgulho, abandonar nosso vontade e negar o nosso eu e carregar a cruz para seguir após Cristo. A  cruz do evangelho é uma cruz para os fortes no Senhor, se o poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza, então é naquela fraqueza da rendição completa ao senhorio de Cristo, num altissonante clamor "Que Ele cresça e que eu diminua".(João 3:30) A fonte da força espiritual não se encontra na popularidade do mundo mas no deserto da presença de Deus, não no palco da fama e da glória mas aos pés da cruz, o forte não está pronto para receber os aplausos da religião morna, mas as pedradas causadas pelo confronto com a mentira, contudo ele está firme, porque a sua força vem do Senhor. Se você deseja ser um cristão forte, precisa abandonar o conceito da religião cristã popular e partir para a autentica fé cristã que oposta aos valores do mundo, a força espiritual de um santo, não se encontra no caminho do sucesso, mas no deserto do sofrimento. Então cumpre-se em nós a experiencia da promessa bendita "O meu poder se aperfeiçoa na fraqueza"(II Corintios 12:9)

Clavio J. Jacinto

SOBRE JERUSALÉM...


A decisão de Trump, em reconhecer Jerusalém como capital de Israel, traz questões que nenhum cristão conservador pode ignorar, não importa sua tendencia escatológica. Mas porque? primeiro, porque Cristo mesmo declarou ser Jerusalém a cidade do grande Rei(Mateus 5:35). Jerusalém é a cidade histórica do Cristo histórico, é a sombra da realidade da Jerusalém celestial Depois precisamos entender que Paulo disse:"Dos quais é a adoção de filhos, e a glória e as alianças, e a lei, e o culto, e as promessas"(Romanos 9:4). A semente da igreja germinou em Jerusalém, e dos ramos todas as nações tomam dos frutos da salvação, porque a salvação vem dos judeus (João 4:22). Do punho dos judeus seguidores de Cristo, sairão as Palavras inspiradas do Novo Testamento (E do AT também). O calvário, centro da redenção do homem, tem uma direção geográfica: Jerusalém. Há em Jerusalém muitos judeus que choram no muro das lamentações e poucos cristãos que choram pela salvação dos judeus. A partir do contexto sagrado, Deus falou mais em hebraico do que em qualquer outra língua. Creio que o Senhor tem um plano soberano, a benção dada a Abraão não Exclui Israel, nem os judeus "Digo porventura rejeitou Deus seu povo? de modo nenhum..."(Romanos 11:1) Não há como ler o Novo Testamento sem colocar o coração nessa cidade, o solo da cidade de Jerusalém sustentou os pés do Salvador, mas todavia, quero vos dizer: Não vejo a decisão de Trump como um decisão politica apenas. Não meus amigos, porque eu creio na soberania de Deus, e por trás de uma decisão politica está uma decisão divina, pois sendo Deus absolutamente soberano, o que Trump fez foi inclinar-se a vontade do Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Mais do que um ato politico, Jerusalém ser reconhecida como a capital de Israel é o cumprimento da vontade de um Deus soberano, pois Ele tem o controle da história e de todas as nações.
"A cristandade professa e muitos cristãos genuínos até mesmo em países protestantes, tem estado, por ignorância, em desacordo com a Apostolo (Paulo) e com a mente de Deus claramente revelada. A crença geral dos cristãos durante muitos seculos é que as promessas feitas a Israel foram anuladas ou transferidas para a igreja, pelo fato deles terem rejeitado a Cristo. Isso surgiu da crença errada de que Deus lançou fora completamente o Seu povo que Ele conheceu de antemão, e que não existe um futuro nacional para a nação judaica" (David Baron)

 (Clavio J. Jacinto)

sábado, 9 de dezembro de 2017

Fé Objetiva ou Incredulidade Subjetiva?

Estive ocupado alguma semanas lendo Francis Schaeffer, e encontrei uma declaração interessante dele, no livro “O Deus que se Revela” sobre a perda de uma fé objetiva, numa perspicácia profética ele escreveu: “A perda da certeza da objetividade é muito grave para o cientista, da mesma forma como seria para um dependente de drogas. Podemos observar isso no dependente de drogas – muitas ele perde a noção da diferença entre realidade e fantasia, a objetividade se perde. O cientista pode encontrar-se na mesma situação. Se ele perde a base epistemológica, ele também estará em uma situação grave. Qual o sentido da ciência, se você já tem mais certeza da objetividade das coisas, ou não tem nenhuma base epistemológica que lhe dê a certeza de que existe uma correlação entre sujeito e objeto, ou qualquer base clara para distinguir entre realidade e fantasia?”

 A verdade é que na perda de algo objetivo como a crença em Deus, ou a visão torna-se completamente ambígua com relação à vida e subjetiva com relação às questões existencialistas, o incrédulo precisa mudar seu foco, para preencher o vazio que uma visão puramente secular pode provocar. Uns pendem para a misticismo quântico, a relação que alguns encontram entre conceitos místicos orientais e as descobertas da ciência na física quântica por exemplo, tem conduzido alguns para uma nova espiritualidade. Essa tendência de unir opostos, tese e antítese, para formar uma síntese, pode ser observada claramente na obra de Teilhard de Chardin, “O Fenômeno Humano”. A obra de  Chardin é um romance místico que tenta unir em casamento a fé cristã com a teoria da evolução. Há outros que abrem novos paradigmas: A terra pode ser visitada a qualquer momento por entidades ultra-avançadas e o homem deve esperar por esse evento. Do mundo da ficção de Arthur Clarke para a crença. Um meio de preencher o vazio deixado pelo materialismo secular, à morte da religião para alguns significa na verdade a morte da esperança em muitos aspectos da vida, viver a vida debaixo de um secularismo seco é reduzir tudo a pó. Isso não é algo muito bom, para o homem cujas tendências religiosas são inerentes à própria historia da civilização. A Crença de que podemos ser visitados a qualquer momento por seres de outros planetas, foi defendido por Stephen Hawkins, ele defendeu a possibilidade de que a humanidade pode sofrer ameaças de extraterrestres. Veja que de um cético temos uma manifestação de fé e crença. O programa “breakthrough Listen” é considerado o maior programa de pesquisa cientifica em busca de sinais de vida fora da terra atualmente. Equipamentos sofisticados vêm sendo usado para vasculhar pelo menos um milhão de estrelas próximo a nossa terra.  Isso é fé em ação, num nível puramente técnico, a existência de Deus é vida fora da planeta terra, mas a ciência secular vem descartando essa posição, e não somente isso, vem opondo-se a ideia da existência de Deus, e ao mesmo tempo nutre uma crença da existência de vida fora do planeta terra.  Agora entendo o que Schaeffer quis dizer, há um buraco negro produzido pela incredulidade na vida de muitos, então é viável que se desenvolva uma teoria exótica de substituição, da fé em Deus pela fé em Alienígenas.  Muitos dizem que a religião são muletas em que o homem precisa se sustentar, mas acabam no ceticismo produzindo castelos no ar. É que inteligência do homem precisa levá-lo a respostas existenciais objetivas, e fé cristã oferece isso, já o evolucionismo e o ateísmo não podem, para eles a vida deve ser puramente acidental e subjetiva. Não importa o modo como querem colorir a ética secular, tudo não passa de propaganda enganosa. Jesus é o caminho a verdade e a vida (João 14:6) e com essa declaração Ele ainda afirma ser a resposta para as questões existenciais do homem moderno. Esse é um absoluto inegociável. Bem, tudo se resume no que diz G. K. Chesterton "Quando os homens escolhem não acreditar em Deus, eles não acreditam em nada, tornam-se capazes de acreditar em qualquer coisa".

Clavio J. Jacinto 

A Perfeição da Obra de Cristo

A Cristo foi dada a radical e extrema experiencia de sofrer a condenação pelos nosso pecados na cruz do Calvário, através de uma obra completa e perfeita, para satisfazer plenamente a justiça de Deus Pai. Aos redimidos, cabe repousar com verdadeira confiança na obra de Cristo, tão somente pela fé, pois a fé é tudo o que Deus exige para alcançarmos os benefícios de uma vida transformada pela expiação de Cristo na cruz. Digo mais: a fé completa leva todo o regenerado a conforma-se com a vontade de Deus.

Clavio J. Jacinto

Murmuração e Insatisfação (Números 11:1 a 15)


Os hebreus estavam no deserto, atravessando o mar de areia, depois da travessia do mar vermelho. A providencia de Deus vinha através de grandes milagres, o pão celeste, figura de Cristo (João 6:31) era o maná que também representava uma comida espiritual (I Corintios 10:6). Todavia o povo estava chorando de insatisfação, murmurando contra o pão celestial. Esse era o choro da ingratidão. Essa murmuração parecia ser uma hostilidade ao santo e ao sagrado, ao ponto de chamar o maná de "pão vil" (Números 21:5). O fogo de Deus consumiu os ingratos murmuradores, o que aprendemos com isso? Em primeiro lugar, o contexto mostra a influencia de um "vulgo"(Números 11:4) Essa influencia era maligna, imperceptível, gente sem o coração voltado para as promessas de Deus. Nada pode ser tão devastador quanto o "fermento maligno" influenciando corações piedosos. Por causa disso, infestou-se um murmuração, uma descida para a vulgaridade, a ingrata plebe estava com náuseas do pão do céu. O maná já não era mais suficiente. Em segundo lugar, mudou o desejo do coração, agora o apetite era pelas coisas terrenas, provenientes do Egito e não do céu. Em outras palavras, já não suportavam as coisas celestiais, mas tão somente almejavam as terrenas. Uma inclinação para o carnal, para o materialismo. Falar contra Deus, reclamar da suficiência do maná, não sabiam eles, que em figura, estavam rejeitando o próprio Senhor Jesus, assim como quando bebiam da água vertida da rocha (I Corintios 10:4) desfrutavam em figuras de uma bebida espiritual. Nosso dias são marcados por insatisfação das coisas divinas, há uma murmuração silenciosa no coração dos cristãos modernos. A bíblia não é mais suficiente, e nem alimento espiritual especial, os absolutos bíblicos não são mais suficientes, viver pela fé não é mais suficiente, então queremos voltar-se para os sentimentos, experiencias,revelações extra-bibicas, abraçamos uma tolerância pelos erros, simpatizamos com o universalismo, e vamos buscar o espiritualismo do Egito, porque o que vem do céu parece monótono e repetitivo. Perdemos a visão e envenenamos nossa língua, a benção era por estágios, o drama do êxodo, a passagem pelo mar vermelho, logo apos o deserto e então a posse da terra prometida. Quando o homem perde a satisfação pelo sagrado, sem temor, começa a dispor-se de apetite pelas coisas terrenas. Murmura e rejeita as celestiais, naufraga na fé e sofre o juízo de Deus. Que possamos aprender com isso. (Clavio J. Jacinto)

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

A ESCOLHA DE LÓ



Diante de Ló estava uma escolha, a sua frente estava as campinas do Jordão, ou a terra de Canaã (provavelmente uma parte deserta) aos olhos de Ló, as campinas do Jordão era a escolha perfeita pois "eram parecidas com o jardim do Senhor". Atrás dessa exuberante paisagem estavam Sodoma e Gomorra, então Ló escolhe, e vai e arma as suas tendas até Sodoma. É uma escolha para os caminhos da prosperidade, descanso, riquezas, segurança, vida boa e inúmeras outras vantagens. Mas é uma escolha sem discernimento,cheia de egoismo e oportunismo. É a escolha da conveniência. Revela fraqueza de caráter e oportunismo pessoal. Essa é a tendencia natural do homem sem convicções. Os olhos materialistas não podem perceber o mal por trás das aparências mais belas, não consegue ver o perigo por trás das coisas que atraem nossos olhos. Não é capaz de captar o odor fétido dos pecados de Sodoma por trás das flores das campinas do Jordão. Sem uma percepção do invisível por trás do visível, Ló entra pelo engano do rotulo falsificado de benção para entrar no conteúdo do ambiente das abominações. As campinas do Jordão eram uma propaganda enganosa. Sua escolha vai trazer grandes complicações para suas filhas e para sua esposa. O belo escondia o juízo de Deus, a exuberância da beleza paradisíaca daquela região escondia um perigo iminente. Essa geração de cristãos se inclinam na mesma direção da escolha de Ló, pelos caminhos egocentricos das vantagens pessoais, riquezas, prosperidade, oportunismo e conveniências. Para quem segue na mesma direção, não pode encontrar um destino diferente, não há lugar mais seguro do que a dificuldade na presença do Senhor. Deus lapida o cristão pelo caminho da dificuldade e o diabo mata o cristão pelo caminho da prosperidade (Genesis 13:7 a 18)

Clavio J. Jacinto.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Feridas e Cicatrizes

Nossas feridas mais profundas, não podem cicatrizar
Com as próprias lagrimas da nossa agonia
Elas não saram com os gritos de nossas ansias
Não há cura na dor perene
Nem cicatrização na perpetuidade da lembrança
As feridas profundas cicatrizem
Quando o perdão verdadeiro é liberado
Então as aberturas da nossa alma
Serão completamente fechadas
Para que a felicidade desabroche com força
E  o nosso espirito seja completamente restaurado
Para a frutificação das mais autenticas alegrias.

Clavio J. Jacinto.

Noé, Enoque e Enos.

A geração antes do diluvio foi marcada por homens piedosos, que não deixaram a lampada da justiça se apagar, Enos começou a invocar o Senhor,(Gênesis 4:26) Enoque andou com Deus (Gênesis 5:22 a 24) e Noé era visto como um justo perante uma sociedade obscura e perversa.(Gênesis 7:1) Não importa quanta iniquidade ainda se multiplicará ainda nesse mundo. A questão é: Posso servir a Deus em verdadeira piedade? Enoque não viveu o mundo para depois viver com Deus, ele viveu com Deus nesse mundo. Diante de tantas plataformas para cultuar o egoismo, a violência, a obscenidade, a idolatria religiosa e materialista e toda especie de pecados, Enos ergue-se perante as alturas para invocar a presença do Senhor, e Noé? não era o mundo cheio de maligna violência? No entanto não tinha Ele paz com Deus? Não brotava a bondade e a doçura de uma verdadeira santidade do seu coração humilde? Noé é o pregador da justiça(II Pedro 2:5) é o engenheiro que usa a inteligencia para a glória de Deus, Noé ensina que podemos glorificar a Deus somente quando firmamos os passos na obediência á Ele, Noé andava na contramão do curso degenerado do mundo. Era um sinal de todas as certezas, num mundo cheio de incertezas, tinha uma espiritualidade decente em meio ao caos do ceticismo e da religiosidade confusa da sua época. Tudo isso aponta para um fato irrefutável: Ainda que o mundo piore ainda mais, Deus dará todas as possibilidades para que os verdadeiros cristãos sejam ainda mais santos (Clavio J. Jacinto)

Footer Left Content